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Carro novo: coquetel tóxico

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    Na indústria automobilística usam-se múltiplos produtos nocivos ao organismo pelo contato direto, pelos vapores, gases, poeiras, fumo, neblinas, névoas, etc. Nos ambientes onde são utilizados tais produtos há necessidade de se proteger o homem para evitar doenças e é necessário controle e vigilância do setor da empresa especializado conhecido como serviço de engenharia de segurança e medicina do trabalho. Lá, a higiene ambiental está comprometida devido a múltiplos produtos químicos capazes de gerar doença ocupacional aos trabalhadores, daí a necessidade de uso de equipamentos de proteção coletiva e individual.
    Quando o veículo fica pronto, mantém odor constituído de uma mistura de vapores que emanam dos equipamentos e se percebe mais no interior do veículo. Este vapor contém tolueno, acetona, estireno, xileno, benzeno e outras substâncias que compõem a atmosfera dentro do veículo. Essa é a principal composição do famoso “cheiro de carro novo””. Para uns, o cheiro proporciona prazer, para outros sintomas desagradáveis, alguns manifestam doença. Na realidade é um conjunto de substâncias irritantes da via respiratória, pele, mucosa, olho, mas que podem ter repercussão a distância, algumas até potencialmente carcinogênicas.
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