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Capacete reduz riscos de ferimentos graves ao ser usado corretamente

A Perkons alerta sobre a importância do item de segurança

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Pilotar uma moto é uma atividade que desperta o medo de uns e a paixão de outros. Para os que gostam de se aventurar sobre duas rodas é importante sempre estar atento aos itens de segurança. Dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde apontam que o número de mortes em acidente envolvendo moto subiu 263,5% em 10 anos. Em 2011, foram 11.268 vítimas fatais no país, contra 3.100 usuários mortos em 2001.

O capacete protege a cabeça em caso de
queda e também de qualquer coisa que possa
ser arremessada contra o rosto.
Crédito: Schutterstock

Para minimizar os danos de acidentes, é essencial o uso de itens de segurança, em especial o capacete, que, quando utilizado corretamente, minimiza os efeitos causados por impactos contra a cabeça do usuário. Para o Dia do Motociclista, a Perkons esclarece o que é preciso saber sobre o uso do capacete, dispositivo obrigatório para condutores e passageiros das motos

Régis Eidi Nishimoto é diretor técnico da Perkons e motociclista há sete anos. Ele recorda que logo que começou a pilotar, sofreu uma queda e o capacete teve avarias. “Com certeza, sem o capacete, as consequências seriam piores. Lembro que o capacete não protege somente contra quedas, pois possui uma viseira que resguarda a face, e principalmente os olhos, do choque de objetos que podem ser lançados pelos pneus dos veículos à frente”, afirma.

De acordo com o advogado e motociclista especializado em Gestão e Direito de Trânsito, André Garcia, apesar de até o momento não ter sido regulamentada a vestimenta, além do capacete, o motociclista deve andar equipado com jaqueta e calça com proteções, calçado acima do tornozelo e luvas. “Quem está na garupa deve andar tão protegido quanto o piloto”, alerta Garcia.

Dicas para a escolha do capacete
– Utilizar apenas acessórios certificados pelo INMETRO. No site do INMETRO há uma lista de todos os capacetes certificados e com comercialização permitida no Brasil.
– O item não pode ser folgado e a cinta jugular não deve causar incomodo
– Substituir após três anos de uso ou no caso de queda
– Cuidar e guardar bem o dispositivo estendem o tempo de uso
– Optar por um modelo que apresente boa relação custo/benefício com o máximo de segurança
– Preferir sempre os capacetes fechados, que possuem proteção para a mandíbula e viseira

O especialista lembra que, em 2008, sofreu um acidente, por conta de um motorista que falava ao celular e não viu quando, mesmo com a seta ligada, ele fazia uma conversão para a esquerda e bateu na traseira da moto. O impacto fez com que colidisse violentamente a cabeça e os braços contra o chão. “Como estava muito bem equipado, com bom capacete, jaqueta e calça com proteções, protetor de coluna e calçado acima do tornozelo, o dano foi amenizado”, conta.

O advogado e especialista em Trânsito Mobilidade e Segurança, Renato Campestrini, lembra que, de acordo com o artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) conduzir a motocicleta ou transportar passageiro sem utilizar capacete ou utilizar capacete sem viseira ou óculos de proteção constitui infração de natureza gravíssima – sete pontos no prontuário, multa pecuniária de R$ 191,54 e suspensão do direito de dirigir. Caso a condução da motocicleta ou o transporte de passageiro seja realizado com a viseira levantada, a infração é classificada como leve – três pontos no prontuário e multa pecuniária de R$ 53,20.

A escolha do capacete

Existe no mercado uma variedade de capacetes nacionais e importados. Para escolher um bom item, a recomendação de Campestrini é utilizar apenas capacetes certificados pelo INMETRO – selo que atesta que o capacete atende às normas de proteção estabelecidas no país. Além disso, são necessários dispositivos refletivos na frente, traseira e laterais, obrigatórios para modelos produzidos após 2007. “A ausência do selo é suprida pela etiqueta interna indicando a certificação e atendimento à NBR-7471/2001”, completa Campestrini.

Outro detalhe importante é a escolha de um modelo com tamanho condizente ao crânio de quem irá utilizá-lo. “O capacete deve ficar justo na cabeça, apertando levemente as bochechas, mas sem apertar o crânio. Um capacete apertado pode causar dores de cabeça após algumas horas de pilotagem, causando perda de concentração. Por outro lado, se estiver frouxo pode se mover ou até mesmo escapar da cabeça em um acidente”, explica o motociclista Régis.

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